A coragem da autenticidade numa campanha eleitoral




A campanha eleitoral da pandemia em 2020 me fez viver um momento que foi totalmente fora do que havíamos planejado desde meados de 2019.

Não foi uma campanha como a de outros anos, não havia o contato físico direto, as pessoas estavam duplamente aflitas com o momento.

Absolutamente apáticas à qualquer mudança. O planejamento, escuta e tudo o que foi captado no momento pré pandemia foi alterado substancialmente no "clima mental" de cada ser humano.

Mas uma coisa eu pude sentir e que se repetiu de outros anos, as pessoas continuam com muita necessidade de lideranças que olhem nos olhos e as escutem verdadeiramente.

Não é o sorriso largo, o abraço apertado e as palavras fáceis que, por alguns momentos podem convencer e gerar votos, mas as saídas efetivas e com base nas evidências que podem fazer a realidade se alterar, pra melhor.

Mais do que dizer aquilo que as pessoas querem ouvir. Precisamos ter a ousadia da sinceridade, da responsabilidade naquilo que propomos e espalhamos. O exemplo arrasta e este capítulo foi fortalecedor demais.

2020 foi marcante e engrandecedor.

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